Desde o início do 2o Semestre de 2008 estamos em preparação da XII Feira de Negócios da Barão de Mauá, esta irá angariar fundos para entidades beneficientes de Ribeirão Preto.
Endereço da Feira: R. Ramos de Azevedo, 423 - Jd. Paulista - Ribeirão Preto - SP Data do Evento: de 3 a 7 de Novembro de 2008 Horário: das 19 hrs às 22 hrs.
Os grupos já estão em atividade total, estamos comercializando alguns produtos antes do início da feira e estamos divulgando as nossas empresas.
Para acessar os blogs dos grupos da empresa, segue abaixo uma lista completa de endereços para apreciação de todos:
Escrever um bom artigo é bem mais fácil do que a maioria das pessoas pensa. No meu caso, português foi sempre a minha pior matéria. Meu professor de português, o velho Sales, deve estar se revirando na cova.
Ele que dizia que eu jamais seria lido por alguém. Portanto, se você sente que nunca poderá escrever, não desanime, eu sentia a mesma coisa na sua idade.
Escrever bem pode ser um dom para poetas e literatos, mas a maioria de nós está apta para escrever um simples artigo, um resumo, uma redação tosca das próprias idéias, sem mexer com literatura nem com grandes emoções humanas.
O segredo de um bom artigo não é talento, mas dedicação, persistência e manter-se ligado a algumas regras simples. Cada colunista tem os seus padrões. Eu vou detalhar alguns dos meus e espero que sejam úteis para você também.
1. Eu sempre escrevo tendo uma nítida imagem da pessoa para quem eu estou escrevendo. Na maioria dos meus artigos para a Veja, por exemplo, eu normalmente imagino alguém com 16 anos de idade ou um pai de família.
Alguns escritores e jornalistas escrevem pensando nos seus chefes, outros escrevem pensando num outro colunista que querem superar, alguns escrevem sem pensar em alguém especificamente.
A maioria escreve pensando em todo mundo, querendo explicar tudo a todos ao mesmo tempo, algo na minha opinião meio impossível. Ter uma imagem do leitor ajuda a lembrar que não dá para escrever para todos no mesmo artigo. Você vai ter que escolher o seu público alvo de cada vez, e escrever quantos artigos forem necessários para convencer todos os grupos.
O mundo está emburrecendo porque a TV em massa e os grandes jornais não conseguem mais explicar quase nada, justamente porque escrevem para todo mundo ao mesmo tempo. E aí, nenhum das centenas de grupos que compõem a sociedade brasileira entende direito o que está acontecendo no país, ou o que está sendo proposto pelo articulista. Os poucos que entendem não saem plenamente ou suficientemente convencidos para mudar alguma coisa.
2. Há muitos escritores que escrevem para afagar os seus próprios egos e mostrar para o público quão inteligentes são. Se você for jovem, você é presa fácil para este estilo, porque todo jovem quer se incluir na sociedade.
Mas não o faça pela erudição, que é sempre conhecimento de segunda mão. Escreva as suas experiências únicas, as suas pesquisas bem sucedidas, ou os erros que já cometeu.
Querer se mostrar é sempre uma tentação, nem eu consigo resistir de vez em quando de citar um Rousseau ou Karl Marx. Mas, tendo uma nítida imagem para quem você está escrevendo, ajuda a manter o bom senso e a humildade. Querer se exibir nem fica bem.
Resumindo, não caia nessa tentação, leitores odeiam ser chamados de burros. Leitores querem sair da leitura mais inteligentes do que antes, querem entender o que você quis dizer. Seu objetivo será deixar o seu leitor, no final da leitura, tão informado quanto você, pelo menos na questão apresentada.
Portanto, o objetivo de um artigo é convencer alguém de uma nova idéia, não convencer alguém da sua inteligência. Isto, o leitor irá decidir por si, dependendo de quão convincente você for.
3. Reescrevo cada artigo, em média, 40 vezes. Releio 40 vezes, seria a frase mais correta porque na maioria das vezes só mudo uma ou outra palavra, troco a ordem de um parágrafo ou elimino uma frase, processo que leva praticamente um mês.
Ninguém tem coragem de cortar tudo o que tem de ser cortado numa única passada. Parece tudo tão perfeito, tudo tão essencial. Por isto, os cortes são feitos aos poucos.
Depois tem a leitura para cuidar das vírgulas, do estilo, da concordância, das palavras repetidas e assim por diante. Para nós, pobres mortais, não dá para fazer tudo de uma vez só, como os literatos.
Melhor partir para a especialização, fazendo uma tarefa BEM FEITA por vez.
Pensando bem, meus artigos são mais esculpidos do que escritos. Quarenta vezes talvez seja desnecessário para quem for escrever numa revista menos abrangente. Vinte das minhas releituras são devido a Veja, com seu público heterogêneo onde não posso ofender ninguém.
Por exemplo, escrevi um artigo "Em terra de cego quem tem um olho é rei". É uma análise sociológica do Brasil e tive de me preocupar com quem poderia se sentir ofendido com cada frase.
O Presidente Lula, apesar do artigo não ter nada a ver com ele, poderia achar que é uma crítica pessoal? Ou um leitor achar que é uma indireta contra este governo? Devo então mudar o título ou quem lê o artigo inteiro percebe que o recado é totalmente outro?
Este é o tipo de problema que eu tenho, e espero que um dia você tenha também.
O meu primeiro rascunho é escrito quando tenho uma inspiração, que ocorre a qualquer momento lendo uma idéia num livro, uma frase boba no jornal ou uma declaração infeliz de um ministro. Às vezes, eu tenho um bom título e nada mais para começar. Inspiração significa que você tem um bom início, o meio e dois bons argumentos. O fechamento vem depois.
Uma vez escrito o rascunho, ele fica de molho por algum tempo, uma semana, até um mês. O artigo tem de ficar de molho por algum tempo. Isso é muito importante.
Escrever de véspera é escrever lixo na certa. Por isto, nossa imprensa vem piorando cada vez mais, e com a internet nem de véspera se escreve mais. Internet de conteúdo é uma ficção. A não ser que tenha sido escrito pelo próprio protagonista da notícia, não um intermediário.
A segunda leitura só vem uma semana ou um mês depois e é sempre uma surpresa. Tem frases que nem você mais entende, tem parágrafos ridículos, mas que pelo jeito foi você mesmo que escreveu. Tem frases ditas com ódio, que soam exageradas e infantis, coisa de adolescente frustrado com o mundo. A única solução é sair apagando.
O artigo vai melhorando aos poucos com cada releitura, com o acréscimo de novas idéias, ou melhores maneiras de descrever uma idéia já escrita.
Estas soluções e melhorias vão aparecendo no carro, no cinema ou na casa de um amigo. Por isto, os artigos andam comigo no meu Palm Top, para estarem sempre à disposição.
Normalmente, nas primeiras releituras tiro excessos de emoção. Para que taxar alguém de neoliberal, só para denegri-lo? Por que dar uma alfinetada extra? É abuso do seu poder, embora muitos colunistas fazem destas alfinetadas a sua razão de escrever.
Vão existir neoliberais moderados entre os seus leitores e por que torná-los inimigos à toa? Vá com calma com suas afirmações preconceituosas, seu espaço não é uma tribuna de difamação.
4. Isto leva à regra mais importante de todas: você normalmente quer convencer alguém que tem uma convicção contrária à sua. Se você quer mudar o mundo você terá que começar convencendo os conservadores a mudar.
Dezenas de jornalistas e colunistas desperdiçam as suas vidas e a de milhares de árvores, ao serem tão sectários e ideológicos que acabam sendo lidos somente pelos já convertidos. Não vão acabar nem mudando o bairro, somente semeando ódio e cizânia.
Quando detecto a ideologia de um jornalista eu deixo de ler a sua coluna de imediato. Afinal, quero alguém imparcial noticiando os fatos, não o militante de um partido. Se for para ler ideologia, prefiro ir direto na fonte, seja Karl Marx ou Milton Friedman. Pelo menos, eles sabiam o que estavam escrevendo.
É muito mais fácil escrever para a sua galera cativa, sabendo que você vai receber aplausos a cada "Fora Governo" e "Fora FMI". Mas resista à tentação, o mercado já está lotado deste tipo de escritor e jornalista. Economizaríamos milhares de árvores e tempo se graças a um artigo seu, o Governo ou o FMI mudassem de idéia.
5. Cada idéia tem de ser repetida duas ou mais vezes. Na primeira vez você explica de um jeito, na segunda você explica de outro. Muitas vezes, eu tento encaixar ainda uma terceira versão.
Nem todo mundo entende na primeira investida, a maioria fica confusa. A segunda explicação é uma nova tentativa e serve de reforço e validação para quem já entendeu da primeira vez.
Informação é redundância. Você tem que dar mais informação do que o estritamente necessário. Eu odeio aqueles mapas de sítio de amigo que se você errar uma indicação você estará perdido para sempre. Imagine uma instrução tipo: "se você passar o posto de gasolina, volte, porque você ultrapassou o nosso sítio".
Ou seja, repeti acima uma idéia mais ou menos quatro vezes, e mesmo assim muita gente ainda não vai saber o que quer dizer "redundância" e muitos nunca vão seguir este conselho.
Neste mesmo exemplo acima também misturei teoria e dois exemplos práticos. Teoria é que informação para ser transmitida precisa de alguma redundância, o posto de gasolina foi um exemplo.
Não sei porque tanto intelectual teórico não consegue dar a nós, pobres mortais, um único exemplo do que ele está expondo. Eu me recuso a ler intelectual que só fica na teoria, suspeito sempre que ele vive numa redoma de vidro.
6. Se você quer convencer alguém de alguma coisa, o melhor é deixá-lo chegar à conclusão sozinho, em vez de você impor a sua. Se ele chegar à mesma conclusão, você terá um aliado. Se você apresentar a sua conclusão, terá um desconfiado.
Então, o segredo é colocar os dados, formular a pergunta que o leitor deve responder, dar alguns argumentos importantes, e parar por aí. Se o leitor for esperto, ele fará o passo seguinte, chegará à terrível conclusão por si só, e se sentirá um gênio.
Se você fizer todo o trabalho sozinho, o gênio será você, mas você não mudará o mundo, e perderá os aliados que quer ter.
Num artigo sobre erros graves de um famoso Ministro, fiquei na dúvida se deveria sugerir que ele fosse preso e nos pagar pelo prejuízo de 20 bilhões que causou, uma acusação que poderia até gerar um processo na justiça por difamação.
Por isto, deixei a última frase de fora. Mostrei o artigo a um amigo economista antes de publicá-lo, e qual não foi a minha surpresa quando ele disse indignado: "um ministro desses deveria ser preso". A última frase nem foi necessária.
Portanto, não menospreze o seu leitor. Você não estará escrevendo para perfeitos idiotas e seus leitores vão achar seus artigos estimulantes. Vão achar que você os fez pensar.
7. O sétimo truque não é meu, aprendi num curso de redação. O professor exigia que escrevêssemos um texto de quatro páginas. Feita a tarefa, pedia que tudo fosse reescrito em duas páginas sem perder conteúdo.
Parecia impossível, mas normalmente conseguíamos. Têm frases mais curtas, têm formas mais econômicas, tem muita lingüiça para retirar.
Em dois meses aprendemos a ser mais concisos, diretos, e achar soluções mais curtas. Depois, éramos obrigados a reescrever tudo aquilo novamente em uma única página, agora sim perdendo parte do conteúdo.
Protesto geral, toda frase era preciosa, não dava para tirar absolutamente nada. Mas isto nos obrigava a determinar o que de fato era essencial ao argumento, e o que não era.
Graças a esse treino, a maioria das pessoas me acha extremamente inteligente, o que lamentavelmente não sou, fui um aluno médio a vida inteira. O que o pessoal se impressiona é com a quantidade de informação relevante que consigo colocar numa única página de artigo, e isto minha gente não é inteligência, é treino.
Portanto, mãos à obra. Boa sorte e mudem o mundo com suas pesquisas e observações fundamentadas, não com seus preconceitos.
Franquia ou franchising empresarial é o sistema pelo qual o franqueador cede ao franqueado o direito de uso da marca ou patente, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semi-exclusiva de produtos ou serviços.
É uma sistemática de negócio, formalizada por um contrato, onde a pessoa jurídica (o franqueado) atua no mercado utilizando o nome/marca de uma outra pessoa jurídica (o franqueador), sendo esta normalmente já consagrada.
Eventualmente, o franqueador também cede ao franqueado o direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistemas desenvolvidos ou detidos pelo franqueador, mediante remuneração direta ou indireta, sem ficar caracterizado vínculo empregatício.
Vantagens do franqueado
Para o franqueado, esta sistemática é vantajosa por:
a) iniciar um negócio contando com a credibilidade de um nome ou marca já conhecida no mercado.
b) contar com o apoio (que inclui orientação e treinamento) do franqueador, pois o mesmo tem interesse em zelar pelo seu nome/marca.
c) utilizar a tecnologia de produção, comercialização, marketing, entre outras, já desenvolvida pelo franqueador.
Passo a passo para adquirir uma franquia
1) Fazer uma auto-avaliação para medir suas chances de sucesso no mundo empresarial.
2) Entender as diferenças entre um negócio independente e uma franquia.
3) Informar-se sobre o funcionamento de um franchising.
4) Escolha do segmento e ramo.
5) Contatar a franquia escolhida para obter as informações básicas do negócio e a Circular de Oferta de Franquia (COF), que é um tipo de manual que deve conter as informações sobre a empresa franqueadora e ser entregue a todos os candidatos a franqueados, conforme estabelece a Lei de Franquias.
6) Visitar os franqueados da rede para certificar-se de que o negócio é um sucesso.
7) Antes de assinar o contrato, fazer uma comparação com o que está escrito na COF. Na dúvida, busque auxílio de consultoria especializada
GRUPO 4: LUCILAINE CRISTINA DE OLIVEIRA, LUIS FERNANDO, RAFAELA CORREIA MALACHIAS, POLLYANA ANDRADE, ROSA GALLIANI, ROGERIO BOSCHINI.
NASCEDOURO DE NEGÓCIOS
Incubadoras de empresas crescem no país e agora querem novo patamar de desenvolvimento econômico e de sucesso empresarial.
Um ambiente com muitas salas, umas maiores outras menores, lado a lado em pequenos prédios ou galpões marca o visual das incubadoras de mpresas. Dentro delas, a gestação de algo novo que, como nas incubadoras destinadas a chocar ovos, espera-se, cresça forte e saudável. São negócios com base tecnológica formulados a partir de uma ou mais idéias que, quando concretizadas, se transformam em inovação. Tecnologia em grande parte nascida nas universidades e institutos de pesquisa do país. Cerca de 87% das incubadoras, que já somam 393 unidades no país, estão ligadas formal ou informalmente a ambientes acadêmicos de onde saem muitos dos candidatos a empreendedores. Há quase 8 anos, quando Pesquisa Fapesp,na sua edição 56, publicou a sua primeira reportagem sobre esses empreendimentos, elas somavam 135, um aumento de quase 37 incubadoras inauguradas por ano. O número de empresas incubadas atingiu 2.775 no final do ano passado e seu faturamento anual chegou aos R$ 400 milhões. Nada mau para um grupo de micro e pequenas empresas em que a metade não ganhou um centavo porque simplesmente ainda não terminou suas pesquisas e desenvolvimentos, ou seja, ainda não vendeu produtos.
Entre aquelas que já saíram da incubadora prontas para o mercado, chamadas de graduadas,o faturamento atingiu R$ 1,8 bilhão em 2007, segundo cálculos da Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Inovadoras (Anprotec). Elas somam cerca de 1.980 mpresas e junto com as incubadas já absorvem mais de 30 mil postos de trabalho, com alto índice de profissionais com mestrado e doutorado. São números grandiosos mas ainda pouco significativos para a economia brasileira. Se considerarmos o Produto Interno Bruto (PIB), a participação das mpresas ainda é minúscula e somente uma delas tornou-se realmente grande e significativa do ponto de vista econômico, a Bematech,desenvolvedora e produtora de impressoras fiscais em Curitiba, no Paraná, que se apresenta hoje como um símbolo do alto patamar em que as empresa nascidas em incubadoras podem chegar porque já ultrapassou a barreira dos R$ 100 milhões em faturamento (ela faturou em 2007 R$ 240 milhões). Muitas buscam a marca do R$ 1 milhão, como a empresa Pam, do Rio de Janeiro, produtora de membranas para filtragem de água, que deve atingir esse patamar neste ano. Algumas já ultrapassam a casa dos R$ 10 milhões, como a Audaces, empresa de Santa Catarina, produtora de softwares para a indústria têxtil.
Uma forma de dar mais musculatura às incubadoras é apostar em nichos específicos. “É preciso identificar áreas em que tenhamos vantagens competitivas e fazer investimentos mais pesados neles. Imagino áreas como, por exemplo, os biocombustíveis e o agronegócio. As incubadoras são formas eficazes de organizar a inovação tecnológica. Mas não basta criar a incubadora. É essencial ter uma política de acompanhamento e vontade de fazer”, diz João Steiner, diretor do Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP) e coordenador do recémdesenhado projeto de implantação do Sistema de Parques Tecnológicos do Estado de São Paulo. Ele sustenta que o vigor das incubadoras será essencial para garantir o futuro do sistema de parques. “Num primeiro momento nos preocupamos em atrair grandes empresas âncoras, como é o caso da presença da Embraer e da Vale no parque de São José dos Campos. Mas, no longo prazo, a rota da incubação é a mais importante para dar sustentabilidade aos parques e garantir a sua renovação”, afirma. Para Steiner, uma fragilidade do sistema de incubadoras é a pulverização das iniciativas.
As incubadoras, na sua esmagadora maioria, funcionam pela demanda das empresas que querem se instalar em suas dependências. Depois de responderem a um edital, o perfil empresarial ou as idéias e planos de negócio dos futuros empreendedores são analisados e,se aceitos, a empresa entra na incubadora. “É fundamental para a empresa ter uma relação com o conhecimento, vindo das universidades, de teses de doutorado, dissertações ou trabalhos na graduação”, diz José Eduardo Fiates, superintendente de inovação da Fundação Certi, parque tecnológico de Florianópolis que abriga o Celta, e ex-presidente da Anprotec. Para ele, as incubadoras no Brasil são fundamentais num processo histórico. “O país não tem história na área de inovação, cresce no campo científico, mas tem gargalos na transferência do conhecimento para o mercado.” Fiates acredita que o movimento das incubadoras desenvolveu a criação do setor de empresas de base tecnológica ligadas às universidades. Antes era raro existir essa ligação. Agora cerca de 50% das empresas que circulam no âmbito das incubadoras (6.300) nasceram ou estão ligadas a universidades e institutos de pesquisa,inclusive os centros federais de educação tecnológica (Cefets).
Grupo 03:Camila, Fernanda Ester, Flávia, Rosangela
A internet que dá dinheiro
Hoje, os empreendimentos virtuais crescem com o pé no chão, são mais comedidos e evitam os erros praticados pela primeira geração. Há muitas empresas se dando bem no mundo virtual, mas nenhuma cresce tanto quanto aquelas de compra e venda de mercadorias, o chamado comércio eletrônico. A melhora nos sistemas de segurança somada à comodidade de comprar sem sair de casa, a preços competitivos, vem atraindo cada vez mais consumidores. Hoje, 9,5 milhões de internautas realizam compras on-line no Brasil, o que resultou em R$ 6,4 bilhões em transações em 2007. O número é 45% superior ao de 2006, segundo dados do instituto de pesquisa e-Bit. Até 2010, a previsão é de um crescimento de 35% ao ano.
Segundo o professor Alberto Albertin, do departamento de Administração de Recursos de Tecnologia da Informação da Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo, as pequenas empresas devem considerar a internet como uma opção para crescer e ganhar dinheiro. "Se explorado com profissionalismo, o comércio eletrônico pode ser um grande negócio, principalmente em tempos de consumidores cada vez mais ocupados", diz. O número de consumidores, por sinal, está aumentando: eles já são um em cada cinco internautas. Além disso, a vantagem para o empreendedor é que a loja virtual fica aberta 24 horas por dia, sete dias por semana, sem exigir o pagamento de um ponto físico e nem ter de pagar hora extra aos funcionários.
De acordo com estudo realizado pela Mercatto Pesquisas para a Ciashop Soluções, especializada em vendas pela web, o índice de fraudes em uma loja on-line não chega a 0,01%, enquanto no varejo físico é de 0,5%.
Materia da revista pequenas empresas grandes negócios da editora globo edição de Março/2008.
Grupo 05: Marcio, Roberta, Rosemeire, Samuel e Tiago.
A decisão de ser o próprio patrão.
Muitos fatores podem influenciar uma pessoa na hora de optar pela abertura de um negócio. Por isso mesmo, é preciso muita reflexão para não errar na escolha.
Não basta apenas dominar alguma técnica para abrir um negócio, você tem que primeiramente se perguntar se existe lá fora alguém interessado no que vai oferecer.
A decisão de ser o próprio patrão exige do futuro empresário uma profunda reflexão.
Abrir o negócio próprio não é uma atividade restrita aos privilegiados pelo destino. O sucesso depende de uma criteriosa auto-análise, de um plano de negócios, do conhecimento sobre o segmento de mercado que pretende atuar, da vontade e da atitude perante oportunidades empreendedoras.
Grupo 01: Aline, Alda, Cristina, Gerson e Luis Henrique.
Um estudo só meu.
Big Lar Móveis e Empório Schocoladen, o que estas empresas podem ter em comum além de pertencer ao rol das micro e pequenas empresas do cenário brasileiro? Estudo de caso!
Em uma pesquisa feita pelo Sebrae entre os anos de 2000 e 2002 nas MPES( Micro e Pequenas Empresas), constataram que metade das micro e pequenas empresas fecham suas portas antes de completarem dois anos de existência, onde o capital de giro, concorrências, impostos elevados, planejamento são uns dos problemas que levam ao fechamento.
Com base nisso, é interessante fazer um estudo de caso, que é uma pesquisa que busca conhecimento profundo e detalhado de um determinado problema.
As duas empresas acima citadas fizeram seu estudo de caso, o constataram que a empresa Big Lar Móveis precisava de um sistema informatizado, para controle de estoques, contas à pagar e receber, comissões, ordem de serviço, baixar estoques automaticamente.
Já a Empório Schocoladen precisava se concentrar em três áreas: Compras, Estoques e Vendas.
Achando onde estão os problemas, fica mais fácil procurar ajuda para resolvê-los, no próprio Sebrae tem estudos realizados, cursos, dicas e informações.
GRUPO 2: EDUARDO, FERNANDA CRISTINA, GABRIELLE, MATHEUS, MICHELE
Seguindo os pamêtros de uma FERRAMENTA EFICAZ dentro da Comunicação Empresarial e sempre com: CREDIBILIDADE, CONTEÚDO E CONHECIMENTO, segue a matéria abaixo
Neste mercado, os micro e pequenos empresários ganham cada vez mais espaço. O setor está aquecido: na cidade de São Paulo, igrejas e bufês badalados têm agendas lotadas até 2009. E os noivos não abrem mão: querem que a festa de casamento seja um sucesso.
Quando Roberta Freire se casou, foi tudo maravilhoso. A cerimônia, festa, os convidados, mas também foi muito rápido. E Roberta ficou com um gostinho de quero mais.
“Você fica tão animada, querendo aquilo tanto tempo, e quando chega, chegou e acabou praticamente”, conta a recém-casada.
O fotógrafo Ricardo Hara percebeu essa necessidade de mercado. E teve a idéia de faturar com o pós-casamento.Ele montou um espaço para os casais reencontrarem parentes e amigos, e verem fotos e vídeos do casamento.
“A idéia inicial é reviver todo esse momento, fazendo uma exposição do casamento dela onde vai ter as fotos, o vídeo, o livro, uma série de produtos, para reviver esse momento, que o sonho não acabou, continua aqui no estúdio”, explica o empresário Ricardo Hara.
Para montar o negócio, o empresário investiu R$ 200 mil na compra de móveis e reforma de um espaço de 210 metros quadrados. Lá tem estúdio, sala do livro, sala de vídeo e de fotos, onde as ampliações são expostas nas paredes. Tudo regado com vinho e petiscos. Ricardo é fotógrafo profissional há dez anos, e acredita que descobriu um pequeno segmento não explorado. A previsão dele é fazer 200 eventos pós-casamento em 2008.
“Espero que faça sucesso, que todo mundo abrace a idéia”, diz ele.
Grupo 6 Fabricio, Guilherme, João Luis, Eliseu, Allan e Tiago
CRESCE A PARTICIPAÇÃO DE MICROEMPRESAS NA GERAÇÃO DE EMPREGOS
Um estudo recente feito pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento, indica que as microempresas com até 19 funcionários aumentaram a sua participação na geração de empregos e no total de estabelecimentos do país nos últimos anos.
Entre 1995 e 2000, o número de trabalhadores em grandes estabelecimentos cresceu 0,3%, enquanto nas microempresas, o crescimento foi de 25,9%, algo equivalente a 1.400.000 de vagas.
►PARCERIA ENTRE SEBRAE E NAFIN FORTALECE PEQUENAS EMPRESAS Um acordo feito entre o Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - e a Nafim – Nacional Financeira, banco de desenvolvimento do México, vai possibilitar que as pequenas empresas dos dois países possam se fortalecer para disputar mercado na América Latina, na Ásia e nos Estados Unidos. O Sebrae deverá levar cursos de capacitação de empresários, principalmente os ministrados a distância, que já ocorrem no Brasil, para que sejam aplicados no México. O país está apresentando ao Sebrae um sistema de garantias aplicado para o caso de comercialização entre pequenas empresas e governo. A Nafin atua na concessão de recursos financeiros e técnicos para projetos de desenvolvimento de cadeia produtiva das micro e pequenas empresas mexicanas.
►IG LANÇA SERVIÇO PARA EMPRESAS O iG lança nesse mês o iGCorp, um pacote de serviços de acesso rápido à Internet para empresas. Será oferecido acesso em ADSL em conjunto com operadoras como Telefônica, Telemar e Brasil Telecom, além de acesso via satélite, cabo e antena.
►IMPLANTAÇÃO DE CENTRO DE NEGÓCIOS EM FORTALEZA - CE O Banco do Nordeste e a Embaixada do Chile no Brasil fecharam uma parceria para implantação e funcionamento do Centro de Negócios e Cooperação Técnica Chile – Nordeste do Brasil. O objetivo do Centro é promover negócios entre as empresas chilenas e as localizadas na área de atuação do banco (Nordeste, norte de Minas Gerais e do Espírito Santo) a partir do intercâmbio econômico, científico, tecnológico e cultural entre empresas, associações e cooperativas. A expectativa é propiciar a realização de oportunidades de negócios bilaterias – comerciais, de investimento e de parcerias empresarias e de cooperação científica e tecnológica. O Banco do Nordeste disponibilizou apoio logístico para a instalação do Centro de Negócios, que funcionará na sede do Banco em Fortaleza, na Avenida Paranjana, 5700 – Passaré, em Fortaleza - CE.