Empreendendo com sucesso


CALENDÁRIO DE PROVAS E TRABALHOS - ABRIL - 2º GMPE

28/03-Sex

31/03-Seg

01/04-Ter

02/04-Qua

03/04-Qui

04/04-Sex

07/04-Seg

Trabalho

Ger.Prod.Op.

Prof. Meda

Exercicios

Estatistica

 

Prof.Lucila

Trabalho

Plano Neg.

 

Prof.Rogério

Prova  de

Contabil.

 

Prof.Odair

Trabalho

Viv.Empres.

Prof. Amancio

Prova de

Ger.Op.

 

Prof.Meda

Prova de

Estatistica

 

Prof.Lucila

 

 

Prova de

Gerenc.Finan.

Prof. João

 

Prova de

Liderança Eq.

 

Prof. Patricia 

 

 



Escrito por GMPE - 12º Turma às 18h51
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GRUPO 4: LUCILAINE CRISTINA DE OLIVEIRA, LUIS FERNANDO, RAFAELA CORREIA MALACHIAS, POLLYANA ANDRADE, ROSA GALLIANI, ROGERIO BOSCHINI.


NASCEDOURO DE NEGÓCIOS

Incubadoras de empresas crescem no país e agora querem novo patamar de desenvolvimento econômico e de sucesso empresarial.

                                                                               

 Um ambiente com muitas salas, umas maiores outras menores, lado a lado em pequenos prédios ou galpões marca o visual das incubadoras de mpresas. Dentro delas, a gestação de algo novo que, como nas incubadoras destinadas a chocar ovos, espera-se, cresça forte e saudável. São negócios com base tecnológica formulados a partir de uma ou mais idéias que, quando concretizadas, se transformam em inovação. Tecnologia em grande parte nascida nas universidades e institutos de pesquisa do país. Cerca de 87% das incubadoras, que já somam 393 unidades no país, estão ligadas formal ou informalmente a ambientes acadêmicos de onde saem muitos dos candidatos a empreendedores. Há quase 8 anos, quando Pesquisa Fapesp,na sua edição 56, publicou a sua primeira reportagem sobre esses empreendimentos, elas somavam 135, um aumento de quase 37 incubadoras inauguradas por ano. O número de empresas incubadas atingiu 2.775 no final do ano passado e seu faturamento anual chegou aos R$ 400 milhões. Nada mau para um grupo de micro e pequenas empresas em que a metade não ganhou um centavo porque simplesmente ainda não terminou suas pesquisas e desenvolvimentos, ou seja, ainda não vendeu produtos.

Entre aquelas que já saíram da incubadora prontas para o mercado, chamadas de graduadas,o faturamento atingiu R$ 1,8 bilhão em 2007, segundo cálculos da Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Inovadoras (Anprotec). Elas somam cerca de 1.980 mpresas e junto com as incubadas já absorvem mais de 30 mil postos de trabalho, com alto índice de profissionais com mestrado e doutorado. São números grandiosos mas ainda pouco significativos para a economia brasileira. Se considerarmos o Produto Interno Bruto (PIB), a participação das mpresas ainda é minúscula e somente uma delas tornou-se realmente grande e significativa do ponto de vista econômico, a Bematech,desenvolvedora e produtora de impressoras fiscais em Curitiba, no Paraná, que se apresenta hoje como um símbolo do alto patamar em que as empresa nascidas em incubadoras podem chegar porque já ultrapassou a barreira dos R$ 100 milhões em faturamento (ela faturou em 2007 R$ 240 milhões). Muitas buscam a marca do R$ 1 milhão, como a empresa Pam, do Rio de Janeiro, produtora de membranas para filtragem de água, que deve atingir esse patamar neste ano. Algumas já ultrapassam a casa dos R$ 10 milhões, como a Audaces, empresa de Santa Catarina, produtora de softwares para a indústria têxtil.

Uma forma de dar mais musculatura às incubadoras é apostar em nichos específicos. “É preciso identificar áreas em que tenhamos vantagens competitivas e fazer investimentos mais pesados neles. Imagino áreas como, por exemplo, os biocombustíveis e o agronegócio. As incubadoras são formas eficazes de organizar a inovação tecnológica. Mas não basta criar a incubadora. É essencial ter uma política de acompanhamento e vontade de fazer”, diz João Steiner, diretor do Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP) e coordenador do recémdesenhado projeto de implantação do Sistema de Parques Tecnológicos do Estado de São Paulo. Ele sustenta que o vigor das incubadoras será essencial para garantir o futuro do sistema de parques. “Num primeiro momento nos preocupamos em atrair grandes empresas âncoras, como é o caso da presença da Embraer e da Vale no parque de São José dos Campos. Mas, no longo prazo, a rota da incubação é a mais importante para dar sustentabilidade aos parques e garantir a sua renovação”, afirma. Para Steiner, uma fragilidade do sistema de incubadoras é a pulverização das iniciativas.

As incubadoras, na sua esmagadora maioria, funcionam pela demanda das empresas que querem se instalar em suas dependências. Depois de responderem a um edital, o perfil empresarial ou as idéias e planos de negócio dos futuros empreendedores são analisados e,se aceitos, a empresa entra na incubadora. “É fundamental para a empresa ter uma relação com o conhecimento, vindo das universidades, de teses de doutorado, dissertações ou trabalhos na graduação”, diz José Eduardo Fiates, superintendente de inovação da Fundação Certi, parque tecnológico de Florianópolis que abriga o Celta, e ex-presidente da Anprotec. Para ele, as incubadoras no Brasil são fundamentais num processo histórico. “O país não tem história na área de inovação, cresce no campo científico, mas tem gargalos na transferência do conhecimento para o mercado.” Fiates acredita que o movimento das incubadoras desenvolveu a criação do setor de empresas de base tecnológica ligadas às universidades. Antes era raro existir essa ligação. Agora cerca de 50% das empresas que circulam no âmbito das incubadoras (6.300) nasceram ou estão ligadas a universidades e institutos de pesquisa,inclusive os centros federais de educação tecnológica (Cefets).

REFERÊNCIA: http://www.endeavor.org.br/artigos. Acesso em; 23 mar. 2008, 23:57

 



Escrito por GMPE - 12º Turma às 20h12
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Grupo 03: Camila, Fernanda Ester, Flávia, Rosangela

A internet que dá dinheiro

 

 

Hoje, os empreendimentos virtuais crescem com o pé no chão, são mais comedidos e evitam os erros praticados pela primeira geração. Há muitas empresas se dando bem no mundo virtual, mas nenhuma cresce tanto quanto aquelas de compra e venda de mercadorias, o chamado comércio eletrônico. A melhora nos sistemas de segurança somada à comodidade de comprar sem sair de casa, a preços competitivos, vem atraindo cada vez mais consumidores. Hoje, 9,5 milhões de internautas realizam compras on-line no Brasil, o que resultou em R$ 6,4 bilhões em transações em 2007. O número é 45% superior ao de 2006, segundo dados do instituto de pesquisa e-Bit. Até 2010, a previsão é de um crescimento de 35% ao ano.

 

 

 

 

Segundo o professor Alberto Albertin, do departamento de Administração de Recursos de Tecnologia da Informação da Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo, as pequenas empresas devem considerar a internet como uma opção para crescer e ganhar dinheiro. "Se explorado com profissionalismo, o comércio eletrônico pode ser um grande negócio, principalmente em tempos de consumidores cada vez mais ocupados", diz. O número de consumidores, por sinal, está aumentando: eles já são um em cada cinco internautas. Além disso, a vantagem para o empreendedor é que a loja virtual fica aberta 24 horas por dia, sete dias por semana, sem exigir o pagamento de um ponto físico e nem ter de pagar hora extra aos funcionários.

De acordo com estudo realizado pela Mercatto Pesquisas para a Ciashop Soluções, especializada em vendas pela web, o índice de fraudes em uma loja on-line não chega a 0,01%, enquanto no varejo físico é de 0,5%.

Materia da revista pequenas empresas grandes negócios da editora globo edição de Março/2008. 



Escrito por GMPE - 12º Turma às 18h18
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Grupo 05: Marcio, Roberta, Rosemeire, Samuel e Tiago.

A decisão de ser o próprio patrão.

 

Muitos fatores podem influenciar uma pessoa na hora de optar pela abertura de um negócio. Por isso mesmo, é preciso muita reflexão para não errar na escolha.

Não basta apenas dominar alguma técnica para abrir um negócio, você tem que primeiramente se perguntar se existe lá fora alguém interessado no que vai oferecer.

A decisão de ser o próprio patrão exige do futuro empresário uma profunda reflexão.

Abrir o negócio próprio não é uma atividade restrita aos privilegiados pelo destino. O sucesso depende de uma criteriosa auto-análise, de um plano de negócios, do conhecimento sobre o segmento de mercado que pretende atuar, da vontade e da atitude perante oportunidades empreendedoras.

 



Escrito por GMPE - 12º Turma às 17h32
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Grupo 01: Aline, Alda, Cristina, Gerson e Luis Henrique.

Um estudo só meu.

Big Lar Móveis e Empório Schocoladen, o que estas empresas podem ter em comum além de pertencer ao rol das micro e pequenas empresas do cenário brasileiro?   Estudo de caso!

Em uma pesquisa feita pelo Sebrae entre os anos de 2000 e 2002 nas MPES( Micro e Pequenas Empresas), constataram que metade das micro e pequenas empresas fecham suas portas antes de completarem dois anos de existência, onde o capital de giro, concorrências, impostos elevados, planejamento são uns dos problemas que levam ao fechamento.

Com base nisso, é interessante fazer um estudo de caso, que é uma pesquisa que busca conhecimento profundo e detalhado de um determinado problema.

As duas empresas acima citadas fizeram seu estudo de caso, o constataram que a empresa Big Lar Móveis precisava de um sistema informatizado, para controle de estoques, contas à pagar e receber, comissões, ordem de serviço, baixar estoques automaticamente.

Já a Empório Schocoladen precisava se concentrar em três áreas: Compras, Estoques e Vendas.

Achando onde estão os problemas, fica mais fácil procurar ajuda para resolvê-los, no próprio Sebrae tem estudos realizados, cursos, dicas e informações.



Escrito por GMPE - 12º Turma às 14h42
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NEGÓCIO ATRAENTE (video da matéria abaixo) - Grupo 2: Eduardo, Fernanda Cristina, Gabrielle, Matheus, Michele



Escrito por GMPE - 12º Turma às 20h18
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GRUPO 2: EDUARDO, FERNANDA CRISTINA, GABRIELLE, MATHEUS, MICHELE

Seguindo os pamêtros de uma FERRAMENTA EFICAZ dentro da Comunicação Empresarial e sempre com: CREDIBILIDADE, CONTEÚDO E CONHECIMENTO, segue a matéria abaixo

O CASAMENTO E OS NEGÓCIOS 

FONTE: www.pegntv.globo.com (Pequenas Empresas Grandes Negócios) em 16/03/2008

 

Neste mercado, os micro e pequenos empresários ganham cada vez mais espaço. O setor está aquecido: na cidade de São Paulo, igrejas e bufês badalados têm agendas lotadas até 2009. E os noivos não abrem mão: querem que a festa de casamento seja um sucesso.

O casamento nunca sai de moda. E virou um negócio atraente que cresce 15% ao ano, segundo a “Expo Noivas”, a maior feira do país no segmento. No Brasil, são realizadas mais de 750 mil casamentos, por ano.

Quando Roberta Freire se casou, foi tudo maravilhoso. A cerimônia, festa, os convidados, mas também foi muito rápido. E Roberta ficou com um gostinho de quero mais.

“Você fica tão animada, querendo aquilo tanto tempo, e quando chega, chegou e acabou praticamente”, conta a recém-casada.

O fotógrafo Ricardo Hara percebeu essa necessidade de mercado. E teve a idéia de faturar com o pós-casamento.Ele montou um espaço para os casais reencontrarem parentes e amigos, e verem fotos e vídeos do casamento.

“A idéia inicial é reviver todo esse momento, fazendo uma exposição do casamento dela onde vai ter as fotos, o vídeo, o livro, uma série de produtos, para reviver esse momento, que o sonho não acabou, continua aqui no estúdio”, explica o empresário Ricardo Hara.

Para montar o negócio, o empresário investiu R$ 200 mil na compra de móveis e reforma de um espaço de 210 metros quadrados. Lá tem estúdio, sala do livro, sala de vídeo e de fotos, onde as ampliações são expostas nas paredes. Tudo regado com vinho e petiscos. Ricardo é fotógrafo profissional há dez anos, e acredita que descobriu um pequeno segmento não explorado. A previsão dele é fazer 200 eventos pós-casamento em 2008.

“Espero que faça sucesso, que todo mundo abrace a idéia”, diz ele.

 



Escrito por GMPE - 12º Turma às 20h16
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Grupo 6 Fabricio, Guilherme, João Luis, Eliseu, Allan e Tiago

CRESCE A PARTICIPAÇÃO DE MICROEMPRESAS NA GERAÇÃO DE EMPREGOS

Um estudo recente feito pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento, indica que as microempresas com até 19 funcionários aumentaram a sua participação na geração de empregos e no total de estabelecimentos do país nos últimos anos.

Entre 1995 e 2000, o número de trabalhadores em grandes estabelecimentos cresceu 0,3%, enquanto nas microempresas, o crescimento foi de 25,9%, algo equivalente a 1.400.000 de vagas.


PARCERIA ENTRE SEBRAE E NAFIN FORTALECE PEQUENAS EMPRESAS
Um acordo feito entre o Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - e a Nafim – Nacional Financeira, banco de desenvolvimento do México, vai possibilitar que as pequenas empresas dos dois países possam se fortalecer para disputar mercado na América Latina, na Ásia e nos Estados Unidos. O Sebrae deverá levar cursos de capacitação de empresários, principalmente os ministrados a distância, que já ocorrem no Brasil, para que sejam aplicados no México.
O país está apresentando ao Sebrae um sistema de garantias aplicado para o caso de comercialização entre pequenas empresas e governo.
A Nafin atua na concessão de recursos financeiros e técnicos para projetos de desenvolvimento de cadeia produtiva das micro e pequenas empresas mexicanas.


IG LANÇA SERVIÇO PARA EMPRESAS
O iG lança nesse mês o iGCorp, um pacote de serviços de acesso rápido à Internet para empresas. Será oferecido acesso em ADSL em conjunto com operadoras como Telefônica, Telemar e Brasil Telecom, além de acesso via satélite, cabo e antena.


IMPLANTAÇÃO DE CENTRO DE NEGÓCIOS EM FORTALEZA - CE
O Banco do Nordeste e a Embaixada do Chile no Brasil fecharam uma parceria para implantação e funcionamento do Centro de Negócios e Cooperação Técnica Chile – Nordeste do Brasil. O objetivo do Centro é promover negócios entre as empresas chilenas e as localizadas na área de atuação do banco (Nordeste, norte de Minas Gerais e do Espírito Santo) a partir do intercâmbio econômico, científico, tecnológico e cultural entre empresas, associações e cooperativas.
A expectativa é propiciar a realização de oportunidades de negócios bilaterias – comerciais, de investimento e de parcerias empresarias e de cooperação científica e tecnológica.
O Banco do Nordeste disponibilizou apoio logístico para a instalação do Centro de Negócios, que funcionará na sede do Banco em Fortaleza, na Avenida Paranjana, 5700 – Passaré, em Fortaleza - CE.



Escrito por GMPE - 12º Turma às 16h50
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